sexta-feira, 24 de fevereiro de 2017

III Jornadas de Gestão | UTAD

Na passada Quarta-Feira, estivemos presentes nas III Jornadas de Gestão da UTAD! 🎓🎼
Queremos agradecer à organização pelo convite, desejando que o mesmo se repita nos próximos anos! ☺️  Pois, para os mais distraídos, que ainda não sabem, a Vibratuna foi fundada por jovens empreendedoras do curso de Gestão! 😅 Então será sempre um gosto atuar nas atividades do mesmo! 


Se quiseres que a Vibratuna atue nas Jornadas do teu curso, ou noutro qualquer evento, já sabes, ésó entrar em contacto connosco através do e-mail vibratuna@hotmail.com ou através da nossa página do Facebook!  ☺️
sábado, 11 de fevereiro de 2017

11 de Fevereiro | Dia Mundial do Doente

Hoje, estivemos no Centro Hospitalar de Trás-os-Montes e Alto Douro, em Vila Real! 😀
Por ser o Dia Mundial do Doente, levamos um bocadinho da nossa música aos serviços de Oncologia e Psiquiatria! 🎼 E porque a música também é uma terapia, esperamos ter melhorado um pouquinho o dia de cada um! 🎼
Desejamos o melhor e muita força a todos aqueles com quem hoje nos cruzamos! 
Um bem haja aos médicos, enfermeiros, auxiliares, voluntários que ajudam na concretização destas atividades, porque um pequeno gesto faz a diferença! 😀
Esperamos poder fazer isto mais vezes, sem dúvida! 




segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

"...um curso terá o seu fim, mas a Tuna será para sempre!"

Se estás com dúvidas, lê o depoimento da nossa caloirinha "Cristal" sobre a sua experiência e a mudança que a entrada na tuna trouxe à sua vida! 

"Quando terminamos o secundário, aproxima-se aquela fase do “terror”. Escolher o curso dos nossos sonhos ou o curso que nos dará mais oportunidades. Escolha feita, está na hora de fazer as malas e rumar a uma nova cidade, viver numa nova casa e sem dúvida definir a nossa vida e os nossos caminhos.
E foi mesmo assim!
O curso estava bem definido, desde que me lembro de ser gente, a cidade não. Nunca Vila Real, aquele fim do mundo rodeado de monte e animais que interrompem o trânsito. É claro que tudo isto era pura ignorância!!
Mas há mais! Também estava definido que, para qualquer cidade que eu fosse, eu iria fazer parte da Tuna. Idealizava uma tuna feminina!
E assim fui, após uma pesquisa aprofundada sobre o caso, surgiu a melhor tuna de Vila Real e arredores, a VIBRATUNA. Para além de achar o nome muito interessante e de já possuir este bichinho por tunas há muitos anos, talvez por influência de uma irmã com histórias e vivências muito fascinantes, a ideia de procurar a tuna nunca desapareceu.
Comecei a ir aos ensaios, a observar tudo e todas e a ficar cada vez mais fascinada com a Vibratuna. Com o tempo, este fascínio tornou-se muito mais especial. 
Nuns primeiros tempos, ouvia as miúdas a falarem sobre a tuna e ainda não me conseguia identificar totalmente com o que elas diziam, mas passado algum tempo e depois de ter as primeiras atuações e as primeiras festas, fiquei a perceber perfeitamente o que elas manifestavam!
Vejo a tuna como uma família, a família mais divertida que alguém pode ter. Gente de norte a sul de Portugal e ilhas, gente com mais anos de que eu, mas com um espírito e com uma alma tão jovem como a minha. Gente que vive da música, que vive com a música, que sente a musica e sem dúvida que vibra com a música. Gente que dá o máximo para que a tuna seja a melhor, gente com dedicação ao mais alto nível, gente que apesar de toda a vida pessoal e profissional não abdica de um bom festival, de uma boa bebedeira e de um bom bate soca pela noite dentro. Gente que não é só gente, uma cambada de ratinhas que para além de se divertirem, divertem os outros.
Quando se faz parte de uma “atividade extracurricular” como esta, não é só pelo facto de saber cantar ou tocar um instrumento, torna-se muito mais único do que isso. Acaba por ser um aglomerado de sentimentos quando se pisa um palco, quando se faz uma serenata, quando se espalha magia pelas ruas, quando se "enche escalas", quando se brinda “aos puzzles, aos legos, aos cavalos, aos homens e a tudo o que a gente monta”, quando somos a única tuna a arrasar nas pistas de dança, quando somos a tuna mais original em termos de traje e quando até as nossas cores demonstram perfeitamente o que nós somos!

Procura-se uma Tuna, para cantar, tocar, conviver, distrair e abstrair, beber uns copos, ser feliz, espalhar alegria, e para criar laços de amizade que jamais se irão quebrar. Procura-se uma tuna para criar histórias, para fazer história e para daqui a uns valentes anos recordar essas mesmas histórias. Porque, um curso terá o seu fim, mas a Tuna será para sempre.

-Roedora Cristal (Cristiana Armada, 2ºano Ciências da Comunicação)


terça-feira, 6 de dezembro de 2016

IX Scientiphicvs | Porto | 9 & 10 de Dezembro

É já esta sexta-feira, dia 9 de Dezembro, que regressamos ao Porto para mais uma avebtura tunante! 😁🎼
Estaremos presentes no IX Scientiphicvs | Festival de Tunas, organizado pelas Tunas Feminina e Masculina da Faculdade de Ciências da Universidade do Porto - Cientuna e Javardémica, respetivamente! 

O certame feminino é na sexta-feira, com início às 21H00, no Conservatório de Música do Porto! 
Apareçam!!!🐭🎻

sexta-feira, 4 de novembro de 2016

Foi assim o XI Siriphonias

Tal com a Alice, a Vibratuna saiu do Reino Maravilhoso e foi parar à Invicta das Maravilhas, para o XI Siriphonias, organizado pelas Sirigaitas.
O Festival de Tunas Femininas da Faculdade de Farmácia da Universidade do Porto, contou com a presença do Grupo de Fados FFUP, que agraciou o Porto D´Honra, da Tuna de Farmácia do Porto, que foram os primeiros a abrilhantar o festival e da Phartuna- Tuna de Farmácia de Coimbra. A concurso estiveram presentes : Cantuna - Tuna Feminina da Escola Superior de Educação do Porto, inSpiritus Tuna - Tuna Feminina da Cooperativa Egas Moniz, Vibratuna - Tuna Feminina da UTAD e TAFNUP- Tuna Feminina Nutrição UP.

Tal como já é de esperar, a Vibratuna, tem sempre as melhores histórias para contar!
Foi então, que mal chegámos ao Porto começámos logo a espalhar a nossa típica animação, ao som das guitarras e das pandeiretas. 
Chegada a hora do Porto D´honra, dirigimo-nos para Jardim do Largo da Maternidade Júlio Dinis, onde ouvimos o grupo de Fados FFUP, brindamos e comemos o bolo que as Sirigaitas preparam para as Tunas. 






Dá-se início ao Pasacalles, cheio de animação, música, jogos relacionados com o tema do festival, serenatas e claro, alguns copinhos à mistura.





É incrível experienciar um pasacalles na cidade do Porto, pois esta é uma cidade cheia de Turistas, que nos vinham interrogar sobre quem éramos e o que estávamos ali a fazer. À saída do teste de som, no Teatro Sá da Bandeira, ainda deu para fazermos uma serenata a um grupo de turistas suíços, acabados de chegar, que disseram que foi a melhor receção que podiam ter tido no Porto! Seguimos muito felizes para o próximo posto!


Terminado o pasacalles, chegou a hora de abastecer e recarregar baterias, com o jantar na Cantina da Faculdade de Letras.
Chegada então a hora do Festival, dirigimo-nos ao Teatro Sá da Bandeira. Pelo caminho recebemos a má notícia de que tínhamos sido assaltadas. O vidro de um dos carros em que nos deslocamos foi partido e foram roubados alguns pertences. Uma notícia destas nunca é bem-vinda, muito pior antes de um festival. Uma das pessoas a quem roubaram os pertences era a nossa solista…toda a tuna se ressentiu e abateu com estas notícias! As Sirigaitas de tudo fizeram para nos apoiar, éramos as segundas a atuar em palco, o intervalo foi antecipado e a tuna extra concurso – Phartuna – atuou depois do intervalo, para nos dar algum tempo!
Como já não bastava isto tudo, minutos antes de subir a palco, afinava-se o Contrabaixo das Sirigaitas que gentilmente nos emprestaram para o teste de som e atuação, e "pumba", uma corda parte!
Com apoio das Sirigaitas e toda a nossa boa disposição, apesar dos infortúnios, sem aquecer e ensaiar antes de ir para palco, subimos a palco com a maior energia dando o nosso melhor.  O nosso repertório foi composto apenas por temas originais: um instrumental “Revolução”, “O Conto”, “Sem ti”, o “Disciplinas do Amor” e “Ale'Utad”.







Passado todo o nervosismo e tensão, chega o momento da entrega dos prémios! Os resultados foram:
Melhor Instrumental - Vibratuna
Melhor Original - Cantuna
Melhor Música de Solista - TAFNUP
Melhor Porta-Estandarte - Cantuna
Melhor Pandeireta - in'Spiritus Tuna
Melhor Passa-Calles - Vibratuna
Tuna mais Tuna - in'spiritus Tuna
Melhor Tuna - in'spiritus Tuna

E terminou assim mais um festival, cheio de novas histórias, recheado de surpresas e alguns contratempos!
Queremos deixar um agradecimento especial aos nossos Guios, pela simpatia, disponibilidade e amizade e por se perderem 50 mil vezes!
Um muito obrigada às Sirigaitas por todo o apoio e parabéns pela realização de mais uma edição do Siriphonias! 
Encontramo-nos num próximo festival, por aí!